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Cinema

FEATURED
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Você encontra a Parte 1 clicando aqui.

Nesse post vou falar sobre 5 dos 9 filmes indicados ao Oscar. A cerimônia de premiação é amanhã. Vem nas resenhas bebê!

PARASITA

Toda a família de Ki-taek está desempregada, vivendo num porão sujo e apertado. Uma obra do acaso faz com que o filho adolescente da família comece a dar aulas de inglês à garota de uma família rica. Fascinados com a vida luxuosa destas pessoas, pai, mãe, filho e filha bolam um plano para se infiltrarem também na família burguesa, um a um. No entanto, os segredos e mentiras necessários à ascensão social custarão caro a todos.

Pronto. Está aí um filme que me surpreendeu. De produção Sul Coreana, Parasita é um filme que começa com a história de uma família de 4 pessoas que passa por uma crise de desemprego. Para conseguir bons trabalhos eles se aproveitam de uma família abastada e de suas capacidades de mentira e interpretação. No início parece que vai ser uma comédia sabe? Inicia-se explorando o lado cômico e finaliza com o lado drama. Fora que no meio do filme tem um plot twist digno de um filme do Tarantino (pelo menos tivemos a essência do estilo, mesmo que em um outro filme né?). Gostei de tudo: atuações, história, edição… tudo muito palpável, real e humano. É um dos meus favoritos para ganhar um prêmio ou de Melhor Filme ou Melhor Filme Estrangeiro.

JOJO RABBIT

Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial. Jojo (Roman Griffin Davis) é um jovem nazista de 10 anos, que trata Adolf Hitler (Taika Waititi) como um amigo próximo, em sua imaginação. Seu maior sonho é participar da Juventude Hitlerista, um grupo pró-nazista composto por outras pessoas que concordam com os seus ideais. Um dia, Jojo descobre que sua mãe (Scarlett Johansson) está escondendo uma judia (Thomasin McKenzie) no sótão de casa. Depois de várias tentativas frustradas para expulsá-la, o jovem rebelde começa a desenvolver empatia pela nova hóspede.

A história mostra Jojo Rabbit, um garoto de 10 anos que tem o Hitler como seuamigo imaginário. Quando ele conhece uma garota judia coloca em dúvida suas próprias crenças. Um filme que começa e dá a impressão de que seria apenas uma sátira da Juventude Hitlerista, pois até começa meio pastelão. Porém se desdobra num filme incrível, que faz suas críticas a forma em que a Juventude Hitlerista foi condicionada de uma forma leve e até engraçada. As crianças e adolescente do filme são incríveis atuando em diálogos muito bem estruturados. Ainda assim continua sendo um filme sobre a Segunda Guerra Mundial, sobre o Holocausto, sobre a ascensão do Terceiro Reich e toda a carga pesada e emocional que o tema traz. Se eu escolhesse um dos filmes da lista para receber como Melhor Filme eu escolheria esse.

ADORÁVEIS MULHERES

As irmãs Jo (Saoirse Ronan), Beth (Eliza Scanlen), Meg (Emma Watson) e Amy (Florence Pugh) amadurecem na virada da adolescência para a vida adulta enquanto os Estados Unidos atravessam a Guerra Civil. Com personalidades completamente diferentes, elas enfrentam os desafios de crescer unidas pelo amor que nutrem umas pelas outras.

A história de 4 irmãs que mesmo tendo suas escolhas e personalidades distintas são unidas por laços tão fortes quanto o amor. Baseado em um romance muito tradicional da americana Louisa May Alcott, eu já tinha uma noção da história pois peguei um spoiler em um dos episódios de Friends (EP 13 da 3ª Temporada). Nunca li o livro e nem tinha visto nenhuma das adaptações anteriores (4 adaptações anteriores) e a história me lembrou muito o estilo da inglesa Jane Austen. As irmãs são fortes, sonhadoras e cada uma tem um incrível dom artístico. Algumas querem ganhar a vida com esse dom, outras mudam os planos e há as preocupações sobre casamento, bailes e noivados como todo romance do século XIX. Um filme muito bonito, com atrizes incríveis e um figurino espetacular. Não sei se é um filme para prêmio, mas vale assistir pela beleza.

HISTÓRIA DE UM CASAMENTO

Nicole (Scarlett Johansson) e seu marido Charlie (Adam Driver) estão passando por muitos problemas e decidem se divorciar. Os dois concordam em não contratar advogados para tratar do divórcio, mas Nicole muda de ideia após receber a indicação de Nora Fanshaw (Laura Dern), especialista no assunto. Surpreso com a decisão da agora ex-esposa, Charlie precisa encontrar um advogado para tratar da custódia do filho deles, o pequeno Henry (Azhy Robertson).

Como o título sugere ele conta a história de um casal, com um filho. Ele diretor de teatro, ela atriz. Ela com vontades que deixa pra lá por ele. Ele é indiferente. História de um Casamento acaba se tornando mais uma história de crise seguida por divórcio. O que mais chama a atenção para esse filme, pelo menos pra mim, foi a forma como eles mostram como funciona os divórcios nos Estados Unidos, as dificuldades jurídicas e de como é caro! E é uma história meio que imparcial, que você consegue entender os dois lados de um relacionamento (mas confesso que fiquei mais ao lado da esposa). É um filme bem humano, explora muito o drama familiar, o processo de separação, a guarda de um filho, os sentimentos de raiva, culpa, ressentimento e amor. Não daria um prêmio pra ele e não é do tipo de filme que eu assistiria mais de uma vez, mas valeu a experiência.

O IRLANDÊS

Conhecido como “O Irlandês”, Frank Sheeran (Robert De Niro) é um veterano de guerra cheio de condecorações que concilia a vida de caminhoneiro com a de assassino de aluguel número um da máfia. Promovido a líder sindical, ele torna-se o principal suspeito quando o mais famoso ex-presidente da associação desaparece misteriosamente.

Baseado numa história real, eu assisti esse filme por último porque ele ultrapassava as 3 horas de filme. É uma história sobre a máfia e eu adoro história da máfia nos EUA. Confesso que a primeira hora foi duro de assistir. Estava nuns 57 minutos e eu tive que tirar uma soneca antes de continuar, mas dali em diante o filme tomou forma e ação e foi mais fácil continuar. Gostei como colocaram os eventos, a participação do Homem que Pinta Paredes nos negócios e como tudo isso acabou no desaparecimento do sindicalista Jimmy Hoffa. (A primeira vez que ouvi esse nome foi em Todo Poderoso onde o personagem do Jim Carrey, com poderes de Deus, forja que um cão farejador encontra o corpo do Jimmy Hoffa). O filme tem pouca ação para um filme de mafiosos, mas o que tem vale a pena. Acredito que leve um prêmio, pelo menos de roteiro.

Assistiu algum desse? Tem algum palpite de quem leva o Oscar de Melhor Filme? Conta aqui pra mim!

Todas as sinopses são do incrível Adoro Cinema.

XoXo,
Grazy

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Antes de tudo eu preciso dar uma explicação de porque o blog ficou tanto tempo em hiatus. A verdade é que 2019 foi uma montanha russa daquelas insanas. Tive um problema familiar muito sério que mexeu com minhas estruturas psicológicas e abalou muito os planos para o blog. Não gosto de dar desculpas, mas a real é que eu me sentia tão lixo e tão pra baixo que eu simplesmente não conseguia produzir nada decente. Agora as coisas estão entrando nos eixos com o auxílio de pessoas queridas, terapia e inspirações. E nada melhor do que retomar um projeto do que com um assunto que eu amo tanto: cinema! Pega a pipoca e vem ler!

Eu tinha prometido para mim mesma que, antes do Oscar ir pro ar, eu assistiria pelo menos os indicados para o Melhor Filme. E foram nove indicados! Confesso que como estou meio reclusa (vide nota anterior) não foi difícil encontrar ânimo para ficar dentro de casa consumindo cinema. Na real essas “férias” (síndica lá tira férias?) foram bem produtivas no quesito cinema.

E os indicados são:

CORINGA

Sinopse: Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) trabalha como palhaço para uma agência de talentos e, toda semana, precisa comparecer a uma agente social, devido aos seus conhecidos problemas mentais. Após ser demitido, Fleck reage mal à gozação de três homens em pleno metrô e os mata. Os assassinatos iniciam um movimento popular contra a elite de Gotham City, da qual Thomas Wayne (Brett Cullen) é seu maior representante.

Parece uma temática já batida né? Poxa, outro filme do Batman? Mas na verdade Coringa é mais um filme da origem de um vilão e não do drama que ele vivencia contra o herói. Coringa explora o drama e o descaso da saúde pública com a saúde mental. Sim, eu vi o filme como uma crítica a falta de acolhimento da pessoa com doenças de natureza psicológica. Arthur Fleck é um palhaço autônomo que tenta decolar como comediante apesar do seu distúrbio que o faz rir descontroladamente. Óbvio que esse problema traz alguns transtornos para a vida dele e se torna um grande motivo de piada. O filme me impressionou muito pois explorou a questão humana do que fez Arthur tornar-se Coringa. Os problemas psicológicos, os gatilhos, a demissão e o amigo que lhe emprestou uma arma. Todo um conjunto de fatores leva Arthur a encontrar força na loucura que o move. Força o suficiente para ser figura de uma grande revolução. Nota 10 pro Joaquim Phoenix que com certeza leva o prêmio de Melhor Ator. E adorei o roteiro que nos deixa meio em dúvida sobre a veracidade dos fatos, afinal, conhecemos a história através da mente de Arthur/Coringa.

1917

Os cabos Schofield (George MacKay) e Blake (Dean-Charles Chapman) são jovens soldados britânicos durante a Primeira Guerra Mundial. Quando eles são encarregados de uma missão aparentemente impossível, os dois precisam atravessar território inimigo, lutando contra o tempo, para entregar uma mensagem que pode salvar cerca de 1600 colegas de batalhão.

1917 é aquele tipo de filme que eu consumo com uma tranquilidade incrível. Primeiro: é de guerra. Segundo: é uma história real. Se o mercado de filmes da Segunda Guerra Mundial é amplamente explorado, temos poucos filmes sobre a Primeira Guerra. Nesse filme a gente já começa arremessado nas trincheiras aliadas, onde os cabos recebem sua missão. É simples: avisar à linha de frente que o inimigo não se afastou como se pensa, mas estão se reposicionando para atacá-los. Linhas telefônicas cortadas e sem nenhum pombo-correio à vista cabe aos dois levar essa mensagem. Lembro que estava assistindo com meu marido e minha mãe e, com uns 20 minutos de filme eu comentei: ainda não teve corte de cena? Não! O filme foi feito para parecer todo em plano sequência e isso é incrível visualmente! Dizem os críticos que o filme é um grande favorito ao prêmio de Melhor Filme, e na minha opinião deve levar pelo menos os técnicos como Melhor Fotografia Melhor Mixagem de Som.

FORD VS. FERRARI

Durante a década de 1960, a Ford resolve entrar no ramo das corridas automobilísticas de forma que a empresa ganhe o prestígio e o glamour da concorrente Ferrari, campeã em várias corridas. Para tanto, contrata o ex-piloto Carroll Shelby (Matt Damon) para chefiar a empreitada. Por mais que tenha carta branca para montar sua equipe, incluindo o piloto e engenheiro Ken Miles (Christian Bale), Shelby enfrenta problemas com a diretoria da Ford, especialmente pela mentalidade mais voltada para os negócios e a imagem da empresa do que propriamente em relação ao aspecto esportivo.

Outro estilo de filme que eu adoro: automobilismo. E não é Velozes e Furiosos não. É corrida de verdade! Não sei o que gostei mais nesse filme sabe, eu gosto de histórias reais, histórias que realmente escreveram a história de algo, de alguém, de uma marca ou um evento. E os carros da década de 60 e outros um pouco mais antigos que aparecem no filme? Isso que é filme de corrida! Nesse filme o foco é vencer a 24 Horas de Le Mans, uma pista que fica na França, e sim, são 24 horas de corrida com equipes de 2 pilotos que se revezam. Louco né? Não sei se é um filme pra prêmio, mas vale destacar a querideza do Matt Damon como o Carrol Shelby ♥.

ERA UMA VEZ EM… HOLLYWOOD

Los Angeles, 1969. Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) é um ator de TV que, juntamente com seu dublê, está decidido a fazer o nome em Hollywood. Para tanto, ele conhece muitas pessoas influentes na indústria cinematográfica, o que os acaba levando aos assassinatos realizados por Charles Manson na época, entre eles o da atriz Sharon Tate (Margot Robbie), que na época estava grávida do diretor Roman Polanski (Rafal Zawierucha).

Muito legal e prazeroso ver Brad Pitt e Leonardo DiCaprio juntos na tela, mesmo que em personagens sem nenhum carisma. Sem carisma é como eu descreveria esse filme de Quentin Tarantino. Na verdade, e vocês podem me crucificar, esse filme não se parece nenhum pouco com um filme do Tarantino. Cheio de personagens históricos importantes, como Charles Manson e sua gangue, Roman Polanski e Sharon Tate o filme é vazio e não me prendeu nenhum pouco. A aparição de Charles Manson foi tão breve que eu só o reconheci porque o ator ficou realmente parecido com o real. Nenhuma sinopse que eu li achei sincera com o teor do filme. Posso destacar: a cena do dublê Cliff com o Bruce Lee e os últimos 10 minutos do filme, que são aquilo que eu esperava pro filme todo. Brad e Leo foram colocados em papéis tão ruins que nem parecem os mesmos atores que deram vida à Aldo, o Apache e Calvin Candie. Uma pena…

Ainda solto os outros 5 filmes antes da premiação de domingo! Todas as sinopses são do site Adoro Cinema, que considero ótimo para você se inteirar do que tá rolando nas telas. E Parte 2 você lê clicando aqui.

Desses aqui qual foi que tu curtiu?

XoXo
Grazy B.

FEATURED

Eu não me lembro ao certo quando conheci esse filme, quando o assisti pela primeira vez. A verdade é que eu nunca fui fã de filmes de romance e ainda nem o sou. Salvo esse que é uma comédia romântica.

O filme com a história de Henry, um biólogo que trabalha num aquário em Honolulu, Hawaii. Ele é um galinhão que namora algumas turistas que passam pela ilha e, quando elas voltam pra casa, ele fica livre para conhecer mais mulheres. A vida dele muda quando ele entra no Café Hukilau e conhece Lucy, uma professora de arte. Porém Lucy tem um quadro clínico muito incomum. Em um acidente de carro ela teve seu cérebro afetado, então ela não se lembra do dia do acidente nem de tudo que acontece depois. Lucy dorme e esquece e todos os dias ela acorda achando que é domingo e aniversário do seu pai. Então Henry precisa conquistar a mulher dos seus sonhos todos os dias.

Eu gosto de alguns filmes do Adam Sandler. Até dizem por aí que em breve ele vai ser um artista premiado e que alguns dos seus filmes vão ser Cult. Apesar de todo o julgamento em torno dos seus filmes não é errado dizer que ele atua e cria para diversão (eu adoro Pixels também). Acho que ele e Drew Barrymore combinam super bem nesse filme. Gosto dos modos que ele encontra para conquistá-la e perceber que, mesmo que seja destino eles se gostarem, nenhum dia é igual ao outro.

Se formos parar pra pensar um relacionamento é cheio de altos e baixos né? Você não morre de amores pela pessoa amada todos os dias, mas isso não quer dizer que a ame. Tem dias que o outro te tira do sério, dias que ele te faz feliz e tem dias que você só quer curtir com calma. A verdade é que o amor age de formar muito misteriosas e instáveis.

Nesse filme todos os atores combinam bem nos seus papéis. Os cenários são de tirar o fôlego de tão lindos e a trilha sonora torna tudo bem especial. Mas acho que o que mais me cativa na história é o aprendizado de que devemos ser pacientes, que devemos perseverar e encarar os problemas de frente com amor. Fazer o que podemos fazer e um pouquinho a mais para conquistar o amor todos os dias, a felicidade todos os dias ou a realização de ser, todos os dias.

Num natal desses o Robson me deu o blu-ray desse filme e eu fiquei muito contente que ele havia prestado atenção e percebido que eu gosto desse filme. Em um momento ele era Henry conquistando Lucy. E sim, sou desmemoriada também.

Quem aí também gosta desse filme?

XoXo,
Grazy

FEATURED
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Quem me conhece sabe que gosto bastante de um filme inglês, ainda mais quando ele tem várias referências não somente dos antigos filmes do James Bond, mas também referências da cultura pop e um estilo bem característico. O primeiro Kingsman (leia a resenha aqui) me surpreendeu positivamente. Mas será que “O Círculo Dourado” mantém um nível ou cai na chateação das continuações baratas e sem noção?

Um súbito e grandioso ataque de mísseis praticamente elimina o Kingsman, que conta apenas com Eggsy (Taron Egerton) e Merlin (Mark Strong) como remanescentes. Em busca de ajuda, eles partem para os Estados Unidos à procura da Statesman, uma organização secreta de espionagem onde trabalham os agentes Tequila (Channing Tatum), Whiskey (Pedro Pascal), Champagne (Jeff Bridges) e Ginger (Halle Berry). Juntos, eles precisam unir forças contra a grande responsável pelo ataque: Poppy (Julianne Moore), a maior traficante de drogas da atualidade, que elabora um plano para sair do anonimato – Adoro Cinema

Eu não sei por onde começar sem dar spoiler! A verdade é que curti demais o segundo filme. Não fui com grandes expectativas. Cheguei ao cinema esperando ver o que vi no primeiro filme e igualou-se na forma como eu gostei de ambos. Li muitas críticas dizendo que este filme é fraco, porém, acredito que as pessoas aumentam suas expectativas ao além por terem visto um bom trabalho no primeiro. O segundo não deixa a desejar não.

A sinopse do Adoro Cinema já trabalha a história. A traficante Poppy quer sair do anonimato então transforma suas drogas em uma espécie de doença que só pode ser combatido caso os líderes aceitem liberar as drogas e nunca mais discriminá-las, assim ela libera a cura. Não é segredo pra ninguém que Colin Firth volta para seu papel como Galahard o que traz também novas esperanças para a reconstrução da Kingsman que já no início sofre um grande atentado.

Destaque para a produção, incrível, tanto na montagem da vila da Poppy em estilo anos 50, quanto para a ambientação da Statesman, uma fábrica de uísques, contrapondo a Kingsman e sua ambientação como alfaiataria. Meu amado Pedro Pascal (♥♥♥) é o destaque para as cenas de ação, onde usa seu chicote no melhor estilo Beto Carrero!

O Círculo pode não ter a surpresa que o primeiro filme traz, mas é um ótimo exemplo de como sequências podem ser boas e revelar que novas caras são bem vindas para inovar. Ainda está em exibição em alguns cinemas!

Você assistiu? Conta pra mim!

XoXo,
Grazy