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Na última terça fomos conferir o novo filme do MCU, Homem-Formiga e a Vespa. Já tinha algumas semanas de estréia, porém eu estava esperando que passasse na Sala 01 no GNC, mas não rolou (devido as férias escolares estão passando as animações nessa sala). Eu já estava desesperada achando que não ia conseguir assistir. Seria o primeiro que perderíamos no cinema desde a estréia de Capitão América: O Primeiro Vingador. Mas bateu 19hrs de terça e estávamos lá!

Após ter ajudado o Capitão América na batalha contra o Homem de Ferro na Alemanha, Scott Lang (Paul Rudd) é condenado a dois anos de prisão domiciliar, por ter quebrado o Tratado de Sokovia. Diante desta situação, ele foi obrigado a se aposentar temporariamente do posto de super-herói. Resta ndo apenas três dias para o término deste prazo, ele tem um estranho sonho com Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer), que desapareceu 30 anos atrás ao entrar no mundo quântico em um ato de heroísmo. Ao procurar o dr. Hank Pym (Michael Douglas) e sua filha Hope (Evangeline Lilly) em busca de explicações, Scott é rapidamente cooptado pela dupla para que possa ajudá-los em sua nova missão: construir um túnel quântico, com o objetivo de resgatar Janet de seu limbo. – Adoro Cinema

Pra quem não lembra o Homem-Formiga se torna subatômico quando precisa salvar sua família do Jaqueta Amarela. De lá ele consegue voltar, mesmo o Dr. Pym tendo dito que sua esposa jamais sairia viva. As pessoas mais curiosas e agoniadas devem ter se perguntado se em algum momento ele e Janet se encontraram no reino quântico… e o novo longa responde isso.

Hank Pym e sua filha Hope encontram-se foragidos, uma vez que suas tecnologias também se encaixam no Tratado de Sokovia e então não devem ser usadas. Ambos estão criando um meio para salvar Janet, uma vez que a volta de Scott trouxe novas esperanças para pai e filha, além deste ter mencionado a eles que sonhou com Janet. No meio desta busca eles se veem frente a ameaça da Fantasma, uma moça que foi exposta a uma experiência que transformou sua vida e ela precisa da tecnologia Pym para se salvar e também são perseguidos pelo contrabandista Burch, que vê na tecnologia uma enorme fonte de riqueza.

Preciso destacar a presença dos amigos do Lang na trama. Luis (meu personagem favorito) agora tem uma empresa de segurança junto com Dave, Kurt e Scott, que trabalha de casa devido sua prisão domiciliar. Os amigos com certeza são os melhores e protagonizam os momentos mais engraçados. Destaque também para as cenas de luta onde as personagens femininas se destacam. A Vespa me surpreendeu! Além de lutar, mudar de tamanho e voar ela usa armas blaster para se defender. A Fantasma não fica atrás no quesito luta. Mas preciso exaltar mesmo é a presença da Cassie, filha de Lang, que demonstra todo o amor, defende o pai e dá ótimos conselhos, além de se oferecer como parceira do pai. Lang está ensinando ela direitinho.

Depois de Guerra Infinita não tem como nenhum filme superar pra já! O choque e o hype ainda estão bem recentes. Porém Homem-Formiga e a Vespa é um grande filme da franquia! Lembre-se: esse novo filme se passa pouco antes do Guerra Infinita! E tem duas cenas pós-crédito.

Homem-Formiga e a Vespa tem ligação direta com os filmes: Homem-Formiga / Capitão América: Guerra Civil / Vingadores: Guerra Infinita

Você já assistiu? Conta pra mim!

XoXo,

Grazy

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Não sabia como escrever sobre Guerra Infinita. Já fez duas semanas desde que assisti o filme e por mais que eu tenha amado essa fase da Marvel confesso que o assunto estava saturado com tanta notícia, rumor, teorias… Ainda estava meio pesado para sentar, raciocinar e escrever de uma forma que mostrasse meu entusiasmo sem cair no clichê do momento de hype altíssimo da blogosfera e sites nerds.

O filme é basicamente clímax de 10 anos de construção cinematográfica em cima da história de heróis. Diferente dos demais filmes ele não se alonga em primeiro, segundo e ato final, mas já começa a partir de um gancho de Thor Ragnarok.

A partir daqui a resenha pode conter spoilers de filmes anteriores da Marvel, então estão avisados.

Thor Ragnarok tem uma cena final onde a nave com os asgardianos encontra uma nave gigantesca que deduzimos ser a nave de Thanos. Guerra Infinita se inicia com o ataque de Thanos à população asgardiana. Não sabemos quantos morreram, quem fugiu… Sabemos que Thor ficou perdido no espaço até ser resgatado pelos Guardiões da Galáxia, que passam pelo cenário de horror que Thanos deixou pra trás. Eles são alertados sobre os planos do Titã Louco.

O alerta chega até a Terra por intermédio do Hulk, que se encontrava na nave asgardiana. Ele dá o mesmo aviso que Thor transmite: Thanos está vindo. Está atrás das Jóias do Infinito. Nesse momento temos dois arcos acontecendo no filme. Espaço e Terra. Todos lutando contra o genocídio que vai acabar com um terço da população do universo caso Thanos tenha sucesso nos seus planos.

No decorrer do filme os heróis que desunidos pela Guerra Civil, unem-se para proteger uns aos outros, as Jóias e o Universo. O filme mostra diferentes pontos de vista sendo contados de uma forma tão dinâmica que não tem como se perder. Durante todo o filme não há muito espaço para relaxar, tem muita coisa acontecendo. E é lindo, empolgante, te deixa nervoso e te faz rir… um pouco. Guerra Infinita não acaba da forma mais feliz, mas com certeza da forma mais emocionante e genial.

Um encontro de deuses ♥

Confesso que uma vez para mim foi pouco para degustar do filme. Não vejo a hora de poder assisti-lo de novo daqui alguns meses, quando sair em blu-ray. É um filme totalmente diferente de tudo que a Marvel apresentou ao longo dos anos. É um filme que começa na história e termina com uma interrogação. O que nos abraça é a cena pós-crédito, a luz de esperança em um momento sombrio.

Guerra Infinita ainda se encontra em exibição em algumas salas de cinema. Você assistiu? Conta pra mim!

XoXo,
Grazy

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Demorei mais do que eu gostaria para fazer um review de Pantera Negra por motivos de não estou sabendo lidar. O filme foi marcante por diversos motivos, que serão explorados nesse post, e por abrir uma nova fase no MCU. Talvez isso seja coisa da minha cabeça mas é a impressão que eu tive ao acompanhar esse filme maravilhoso.

Pantera Negra se passa após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” onde fomos apresentados ao príncipe T`Challa. Nesse novo filme ele retorna ao seu país natal, Wakanda, onde passará pelos rituais para se tornar rei. Porém, um perdido membro da família se revela e deseja o trono. T`Challa precisa encontrar uma forma de manter seu povo salvo e feliz e ao mesmo tempo decidir o destino de Wakanda perante o resto do mundo.

Primeiro preciso dizer que o filme segue com a qualidade estonteante de cenas de ação e efeitos que a Marvel produz. Além disso manteve a expectativa dos fãs do universo nas alturas, com boas referências e trilha sonora totalmente condizente, tanto no que diz respeito à Wakanda quanto à periferia na Califórnia. Senti que o vilão não foi tão aproveitado, mas isso é bem comum nos filmes da Marvel, filmes curtos onde exploram outros lados da história. Porém confesso que a marra dele me deixou profundamente irritada.

Tu quer representatividade? Dos atores do filme 90% são negros, como era de se esperar sobre um filme de uma comunidade africana. Além disso ele traz a música e a cultura da África de forma compacta e que funciona numa comunidade praticamente fictícia. Os elementos são visíveis e lindos. Além disso as mulheres do filme tem forte impacto e não aparecem como elementos românticos. Nakia (ex do T`Challa) é visivelmente uma mulher preocupada com o mundo e quem vive nele, é bem ativista. A irmã dele, Shuri, é uma brilhante cientista, inventora capaz de transformar vibranium no que quiser. Okoye é a general do que podemos chamar de exército real, que também é composto apenas de mulheres. Okoye é minha personagem favorita! Não é clichê. É palpável. E lindo.

É um acerto em cheio da Marvel. Tem ação e apenas uma pitada de comédia, o que me leva a crer que estamos entrando em uma era onde os filmes vão mudar um pouco seu foco. Sabemos que Guerra Infinita nos trará algumas perdas e acredito que Pantera Negra é a transição do cômico para o maduro, mas não acredito que será dark e nem espero que seja.

O importante é que Pantera Negra é, além de representatividade, um diferencial do universo MCU sem perder a essência que o torna parte desse universo. Um filme cheio de história e momentos memoráveis. Não vejo a hora de rever.

Você viu? Conta pra mim!

XoXo,
Grazy

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Já tem quase um mês que desapareci. Peguei uma baita gripe no feriado do dia 02 e fiquei umas duas semanas quase que impossibilitada de ser criativa ou ter saco pra escrever. E é verdade que ao longo desses dias eu assisti tanta coisa, li algumas outras e estou cheia de resenhas pra trazer.

Na terça-feira após a estreia de Thor estávamos no cinema pra conferir. Li alguma coisa sobre ser um filme engraçado então já sabia que ia rolar muita piada. E confesso que nunca vou com a expectativa no alto por mais fã que eu seja do MCU. Assisto esperando apenas me divertir e quem sabe me surpreender.

No filme da Marvel Studios, “Thor: Ragnarok”, Thor é preso do outro lado do universo, sem o seu martelo poderoso e encontra-se numa corrida contra o tempo para voltar a Asgard e impedir Ragnarok – a destruição do seu mundo e o fim da civilização Asgardiana -, que se encontra nas mãos de uma nova e poderosa ameaça, a implacável Hela. Mas, primeiro precisa de sobreviver a uma luta mortal de gladiadores, que o coloca contra um ex-aliado e companheiro Vingador – Hulk.

Primeiro preciso falar sobre o visual do filme: achei espetacular. Essa atmosfera mais colorida me deixa muito confortável. Sobre a história: gostei. Não conheço o Ragnarok dos gibis, apenas os dos livros de mitologia. Não esperava algo trágico demais até porque, apesar do título, o tema central não seria a destruição em si, mas o processo de perdas. Perde-se o martelo. Perde-se no universo. Sabe que seu lar está semi perdido.  Thor precisa se reinventar de certa forma. Ele está diferente, não apenas fisicamente, mas ele não é mais um cara inexpressivo. Ele passou um tempo na Terra, conviveu com humanos e ele não parece mais durão, parece mais humano do que deus. Gosto dessa humanidade dele, a simplicidade de como ele vê as coisas novas, de como trata seus próximos.

Nesse novo filme temos o Loki novamente, meu personagem preferido desse lado da MCU. Ele está mais egocêntrico, coisa que era quase impossível de se imaginar já que ele sempre se tratou como o centro do universo (seria Loki um leonino?). Hulk mostra-se menos humano e mais músculos, mas divertido. Bruce Banner é o cérebro, Hulk não. Os novos personagens são bacanas, porém eu queria ter sentido um pouco mais de ódio da vilã Hela, ela é impiedosa e implacável. Mas não tem como odiar Cate Blanchet. Queria ver mais da cena das Valkírias lutando contra Hela, o visual era impecável! Foi tão rápido…

O filme tem lá seus problemas. Eu só consigo me apegar afetivamente ao Loki, ninguém mais. As piadas estão lá em 90% do filme, mas o filme não está classificado como drama não é mesmo? Gostei bastante do desfecho e das possibilidades que esta abre, além do gancho da cena pós-crédito.  Não vejo a hora de poder rever. Não é o meu filme favorito de todos, mas no quesito Thor é o melhor!

Para finalizar, não deixem de ouvir “Immigrant Song” do Led Zeppelin, que foi música tema no trailer e ouve-se ela em duas grandes ocasiões no filme, que combinam perfeitamente! A letra da música fala sobre Valhala, deuses com martelos e guerras. Parece que escolheram bem né?!

Você já assistiu? Conta pra mim!

XoXo,
Grazy