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Tag: marvel

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Meu primeiro contato com o mundo dos heróis foi com o Homem Aranha. Meu pai tinha alguns gibis dele espalhados pela casa e eu era super fã do amigo da vizinhança versão do Tobey Maguire. Eu devia ter uns 13 anos, queria ser ruiva como a Mary Jane, sonho que se realizou aos 18 anos. Adorava tanto que me nick name nas salas de bate-papo da UOL era Mary Jane. É algo que eternizou em mim.

Quando saiu o Espetacular Homem Aranha eu fiquei meio deprê porque fugiu muito do Aranha que eu gostava. Sei lá, mesmo assistindo não fiquei animada. O segundo me deprimiu muito, então quando foi anunciado o novo Homem Aranha, seguindo o MCU que eu tanto acompanho, passei a ficar curiosa , a participação do gurizinho em “Guerra Civil” foi tão bacana que eu fiquei bem animada. E com “De Volta ao Lar” saí apaixonada da sala do cinema.

Depois de atuar ao lado dos Vingadores, chegou a hora do pequeno Peter Parker voltar para casa e para a sua vida, já não mais tão normal. Lutando diariamente contra pequenos crimes nas redondezas, ele pensa ter encontrado a missão de sua vida quando o terrível vilão Abutre surge amedrontando a cidade. O problema é que a tarefa não será tão fácil como ele imaginava.

Peter Parker ainda está no ensino médio. É inteligente demais pra média da escola. É apaixonado pela mais bela menina da escola. Tem um amigo incrível e engraçado, seu “nerd da cadeira”. O filme lembra muito aquelas aventuras escolares, estilo Ferris Bueller com um pouco de Marty McFly. Homem Aranha é atrapalhado, engraçado, corajoso, esforçado, amoroso e preocupado em manter sua tia e seus amigos em segurança. Gostei muito do Tom Holland ♥. Ele é perfeito para o papel.

Happy, o fiel escudeiro de Tony Stark, acaba sendo tipo um tutor que vigia os passos do guri ao mesmo tempo que Peter liga o tempo todo para Happy para nunca ser esquecido. Agoniado, passa o tempo todo louco por uma nova missão e consegue cumprir alguns deveres no Queens, bairro em que vive em Nova Iorque.

Gostei muito do filme, da nova dinâmica e de como essa história se encaixa nos demais filmes que levarão os heróis a lutarem juntos no futuro. É bacana reexplorar “Guerra Civil” pela cabeça do Homem Aranha e se divertir com seus medos e sua ansiedade em se provar, assim como todo mundo quando se é um adolescente prestes a se formar e que não aparenta ter muitos talentos. A trilha sonora do filme é muito boa, assim como os efeitos visuais. Destaque para a atuação do Betelgeuse como o vilão Abutre, o que é muito familiar depois de Keaton estrelado em Birdman ♥. Gostei da referência!

Você assistiu? Conta aqui pra mim o que achou!

Hey! Oh!Let’s go!
Grazy

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Olááá piratedo (dizem que tá na moda colocar nome em fanbase, não que eu tenha, mas tudo bem). Esse mês o blog está fazendo 3 anos no ar e eu queria ter feito uma série de coisas para comemorar. Porém foi tanta correria e cagada que já é quase dia 15 e o blog tá parado. Vou tentar me organizar pra um belo de um BEDA em agosto em comemoração tá?!

Mas hoje eu quero contar sobre três temporadas lindas que eu e marido colocamos em dia. Temporadas das séries da nossa amada Marvel! Vem conferir!

Marvel Agents of S.H.I.E.L.D. – Terceira Temporada.

A série da Marvel que mais cresceu em comparação à sua primeira temporada terminou sua segunda season com o sumiço de um dos seus principais personagens e o ódio crescente pelo vilão Ward. Na segunda temporada tivemos a oportunidade de conhecer os pais da Sky e descobrimos como as pessoas se tornaram Inumanos e como essa classe está “se desenvolvendo” ao redor do mundo. Na terceira temporada temos uma equipe ainda empenhada em desmascarar os planos de Ward e da Hydra. Descobrem também que a Hydra planeja trazer para nosso mundo um Inumano poderoso que vive num planeta desértico e que esse plano já ultrapassa décadas e envolve até a Nasa! Diante desses fatos e dos problemas pessoais dos personagens, se desenrola uma temporada bem intensa e super bem produzida. Gostei muito de como a série vem se crescendo e como o investimento está bom, tanto em produção quanto em história. Essa temporada explora bastante as relações entre os personagens, como amor, amizade e preocupação, insere novos personagens e se despede de alguns outros mais.

A série cresceu muito pra mim e se tornou, com certeza, algo bem no topo dos meus favoritos. Já comecei a acompanhar a quarta temporada! A terceira temporada está disponível no Netflix e a quarta temporada está sendo transmitida pelo canal Sony.

A terceira temporada se encaixa no MCU e se passa entre os eventos de “A Era de Ultron” e “Guerra Civil”, sendo que no final dessa temporada eles comentam sobre o Tratado de Sokóvia. 

Demolidor – Segunda Temporada 

Sim, eu demoro uma década para colocar as séries em dia! A segunda temporada de Demolidor é algo absurdamente incrível. Eu já havia comentado sobre a primeira temporada aqui e como essa me animou! Netflix tem mandado super bem na produção das séries Marvel! Nesta temporada temos os dramas pessoais de Matt e sua vida dupla. A série insere dois novos personagens: Elektra e “O Justiceiro” Frank Castle, ambos combatentes dos seus próprios problemas e pessoas que fazem justiça com as próprias mãos. Matt não concorda em matar pessoas e acaba se vendo diante de um impasse em relação à ambos. Gostei bastante também de como os personagens do Foggy e da Karen se desenvolvem individualmente nesta fase, o que nos remete à um Demolidor ainda mais solitário.

Essa série foi produzida pela Netflix e encontra-se nessa mesma plataforma. Destaque para as cenas de luta e os diálogos entre o Demolidor e o Justiceiro sobre o que é vingança e o que é justiça. Gostei da escolha de atores para Elektra e Castle e a forma como os dois personagens são descritos. Ambos são muito, mas muito complexos. Gostei muito da temporada.

Luke Cage – Primeira Temporada

Conhecemos Luke em Jessica Jones, onde ele aparecia como barman e romance da detetive. Mas na série que leva seu nome vemos um Luke pós-Jessica, vivendo no Harlem e trabalhando em dois empregos. De dia como auxiliar na barbearia do Pop e à noite na cozinha de uma famosa boate do bairro. Nesse episódio vemos Luke se envolvendo, sem querer, numa trama mafiosa que envolve até a vereadora do bairro. A galera não tem medo do perigo sabe? E nem tem limites quando o assunto é ser poderoso! A série toda é bem regada de sangue e balas e palavrão do jeito que eu gosto! 
Luke Cage, pra mim, juntou personagens bem complexos, boas cenas de ação e uma trilha sonora impecável. Não gostei muito do desfecho desta temporada, porque nas demais séries produzidas pela Netflix ficou tudo ok com uma pontinha para próximas histórias e aqui ficou um vazio imenso de coisas não resolvidas que me deu até odiozinho. Mas se for ver a série como um todo eu gostei muito! A personagem da policial Misty me irritou diversas vezes e foi salva pela personagem da enfermeira Temple, maravilhosa, que já apareceu nas outras temporadas das séries Marvel por Netflix. Claire Temple rainha! Ah, e surpresa foi ver Sonia Braga, que interpreta Soledad, mãe da Claire, bem bacana!
Se tu tá de férias aproveita e assista essas séries! Eu, como não tenho férias de julho, vou me organizar um final de semana pra assistir “Punhos de Ferro” e a segunda temporada de “Agente Carter”. 
Já assistiu? Conta pra mim!
XoXo,
Grazy
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Guardiões da Galáxia foi, disparado, meu filme preferido da Marvel. Tanto que ganhei o Blu-Ray de Natal do Robson, logo depois do início das vendas deste. Meu primeiro Funko Pop! foi o Baby Groot dançante, no vasinho branco. Sou simplesmente apaixonada por esse filme e é claro que eu estava super, mas super ansiosa para o volume 2.

“Com a Awesome Mixtape #2 como trilha, Guardiões da Galáxia 2 continua as aventuras do time, enquanto atravessam os confins do cosmos. Os Guardiões devem lutar para manter sua nova família unida, enquanto tentam desvendar os mistérios da verdadeira paternidade de Peter Quill. Antigos inimigos se tornam novos aliados e personagens favoritos dos fãs dos quadrinhos clássicos vão ajudar os heróis, enquanto o Universo Cinematográfico Marvel continua a se expandir.” Marvel – 2016

Confesso que vi um ou dois trailers do filme porque eu queria manter o suspense. Sei que o marketing da Marvel é tão grande que eles acabam mostrando demais. Porém a trama me surpreendeu, demais! Vêm ler as minhas impressões.

Pode ter spoiler? Pódi! Mas eu não tenho certeza se soltei ou não. Me perdoem!

Guardiões Vol. 2 me surpreendeu de uma forma que eu não imaginava. Confesso que o primeiro ato me foi arrastado, salvo pelo Baby Groot fofo dançante, carismático e amorzinho. Mas o restante das duas horas de filme foram muito boas! Já era esperado a comédia forçada da Marvel, mas eu gosto disso sabe? Apesar de esse ponto ser muito criticado pelos pseudo-críticos-de-cinema-geração-mimimi-BR é uma marca da Marvel e é ainda mais acentuada com os Fanfarrões da Galáxia. Porém, na minha opinião, Guardiões Vol. 2 supera o primeiro filme.

Os personagens estão longe de serem heróis, óbvio. Mas o que me chama muito a atenção nesse segundo volume são as relações pessoais. Vemos um grupo unido aos cuidados do Baby Groot. Vemos a relação da Gamora e do Quill fluir (algo óbvio desde o filme anterior) e vemos uma relação problemática entre Gamora e a irmã, que volta neste volume. Sem contar algumas lições sobre comportamento: o porque de Rocky ser tão inconsequente às vezes. Temos até uma sessão de psicologia para entendê-lo e é incrível.

No trailer somos apresentados ao pai do Quill, Ego, e descobrimos porque o Peter conseguiu segurar a Jóia do Infinito sem morrer. No filme Quill descobre um pouco sobre a relação do seu pai com sua mãe e acaba descobrindo uma parte de si. Esse sentimento de Quill em meio a conhecimentos e sentimentos em relação a seu pai me foi muito tocante. Quem leu minha resenha de Interestelar e Logan sabe que as relações de amor familiar é algo que me toca muito. Quill descobre o pai e se vê no meio de uma família, formada por aqueles “Zé Ruelas” que formavam um círculo no filme anterior, família essa que cresceu um pouco com a inserção de novos personagens.

O visual do filme é incrível! Eu assisti pela primeira vez em 2D, no feriado do Dia do Trabalho. Um amigo foi ver em 3D, e ele que não gosta de 3D amou! Então fomos rever na última terça-feira. O 3D vale muito a pena, mas fica em destaque as cenas em que Yondu usa sua flecha mágica. Esse personagem, que eu já achava o máximo de engraçado e complexo no primeiro filme, se destaca lindamente no Vol. 2. Destaca-se também a relação Gamora e Nebula, irmãs que sofrem aquele drama no Vol. 1 e aqui temos uma noção da história de ambas. Lindos destaques!

O desfecho do filme me tocou de uma forma tão grande e inimaginável. Quem diria que se choraria no final de um filme cheio de comédia pastelão? Chorei mesmo, nas duas vezes em que assisti. A trilha sonora não é tão marcante quanto a primeira, mas faz todo sentido no contexto todo da história que se torna incrível e indispensável. Nos créditos toca “Surrender”, música do Cheap Trick de 1978, que eu adoro (e que tocou também no filme Pixels), por exemplo.

Enfim, Guardiões da Galáxia é um filme pra se divertir, aprender e se emocionar. Me surpreendeu de uma forma tão gostosa que conseguiu superar sim o primeiro e igualou o amor que sinto pelo filme! Continuo amando Guardiões da Galáxia e os dois, com certeza, são meus filmes preferidos do MCU.

E que venham outros filmes, outros personagens e outras emoções. Você assistiu? Conta pra mim!

XoXo,
I AM GROOT

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Já tem algumas semanas que fui assistir Doutor Estranho no cinema, afinal, como uma fã do universo cinematográfico Marvel, não tinha como não assistir!

Stephen Strange é um neurocirurgião egocêntrico que vê sua vida de cabeça para baixo quando sofre um acidente que o impossibilitam de retomar seu trabalho médico. Após gastar sua fortuna em cirurgias e tratamentos para sua recuperação ele se vê diante uma possibilidade nada acadêmica sobre uma possível cura. Porém, para alcançar seus objetivos, Stephen terá que abrir a sua mente para novas possibilidades.

Primeiramente: a escolha dos atores para as interpretações foram ótimas! Adoro a Tilda e acredito que ela foi a escolha certeira para o personagem Ancião, ou Anciã. Na verdade a Tilda dispensa gêneros né? O “sr. Sherlock” Benedict foi tudo o que eu esperava para o personagem. Acho ele incrível em qualquer coisa que faça. Adorei ver o retorno do Mads Mikkelsen, para muitos o Hannibal, para mim o Le Chiffre. A verdade é que apesar de todo o mimimi dos leitores de HQ sobre “descaracterização” a escolha de todos foi bem acertada, em relação a outro personagem super importante, o Barão Mordo.


Doutor Estranho tem aquele visual diferente dos demais filmes, algo que Guardiões da Galáxia e Homem Formiga tem. Como se trata de outras dimensões espaciais lembra um pouco os outros dois, mas com características muito próprias. A dimensão espelhada, por exemplo, é o grande diferencial do filme, além dos poderes e possibilidades que essa nova trama traz. Não é enjoativo ou mais do mesmo, apesar de a história ser uma apresentação do personagem com seus dramas, o efeito visual e uma abertura de possibilidades além do que já vimos surpreende com o filme.

Eu, particularmente, acredito que não tem como não adorar! Tem um pouco de drama, mas tem a comédia característica da Marvel em doses bem homeopáticas e nada irritantes (como considerei em A Era de Ultron). É divertido na medida certa e nos ensina valores para que sejamos pessoas mais humildes e também para sermos seres de mente mais aberta, não tão críticos. Não vejo a hora de fazer um cosplay, pegar uma esponja de aço amarrada num barbante, tacar fogo nela e “abrir portais” por ai!

Você assistiu? Conta pra mim!

XoXo,
Grazy